Cauã - 3º A
A violência contra a mulher conhecido como “violência conjugal”, é polêmico. Visto que, a justiça não possui medidas enérgicas cabíveis contra tais malfeitores, pois tais legislaturas como “Maria da Penha”, se torna falha por reger medidas fúteis. Um exemplo claro é a distância regida pela “segurança da mulher”, que é muitas vezes, falho em diversos casos.
É correto afirmar que, a violência contra a mulher pode gerar problemas de saúde, psicológica e entre outros fatores. Segundo a “Revista Global”, no dia 15 de Outubro, de 2019, uma a cada quatro mulheres já sofreram com violência física com seus parceiros. Este levantamento revela que ainda, as violências, físicas e psicológicas contra as mulheres começaram ainda na adolescência – e que, entre 2000 e 2018, 27% delas com idades entre 15 e 49 anos, sofreram esse tipo de abuso.
Contudo, o fato de não possuir um sistema coerente para a segurança feminina, a lei como está, apenas contribui para o aumento de casos relacionados a esse tema. Acrescenta-se também, que o agressor é preso em 3% dos casos, segundo ao Diário junto, ao Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA) órgão responsável pelo estudo.
Dessa forma, é visível que há falha para casos relacionados às agressões. Para que haja um consenso eficaz, tais as autoridades devem adotar medidas vigorosas para a prevenção e interrupção desses casos; aumentar a pena para os agressores assim como aprimorar o sistema de segurança marital.

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